segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Coletivoz 2013



Assim começaremos o ano de 2013, permitindo que a poesia esteja impregnada em nossas almas. Que a mudança não aconteça somente no calendário, que a mudança aconteça no olhar, no toque, no beijo, na sensibilidade, no ouvir, no viver. Entretanto, caso não seja necessária a mudança, que se mantenha o que é doce, o que é leve, o que eleva, o que revela, o que favela, o que celebra, o que dança, o que contempla, o que respeita e principalmente o que ama. Dentro de tantas palavras é certo de que duas serão mantidas como base para que as outras possam chegar.


à luta, à voz!

DW/ Coletivoz





quinta-feira, 5 de julho de 2012

Lançamento do Livro Vicente Viciado, de Renato Negrão


Vicente Viciado (livro de Renato Negrão) 

+ 

Mãe da Rua (Performance de Michele Sá)



Na próxima quarta feira, dia 11 de julho, o Coletivoz tem o prazer de receber Renato Negrão. O poeta, compositor, artista visual, performador, entre outras virtudes mais, traz seu mais novo livro Vicente Viciado para um lançamento que o sarau de periferia acolhe com muito carinho.

Convidamos a todos a versar, a poetar, a transfigurar as imagens poéticas a que o livro promete viciar.








  

Performance Mãe da Rua


Além dos aléns, de uma noite já robusta de poesia, teremos a presença da atriz muito parceira do sarau Michele Sá, que traz a performance Mãe da Rua. Um presente ácido para o Coletivoz e para o bar do Bozó. Uma adaptação da peça Cabeça de Porco (2011) do projeto Grupos em trama, dos grupos Trama, Coccix e Crônica de teatro. Com direção de Cida Falabella e Carlos Henrique.


Obrigado Michele, obrigado Renato.

O Sarau é nosso. O Coletivoz é de todos! De todas as vozes conseguidas de poesia e luta!

À luta, à voz!

Rogério Coelho


ENDEREÇO

Quando: Às 20hs, Quarta-feira, dia 11 de julho de 2012 
Onde: BAR DO BOZÓ - Av. Djalma Vieira Cristo, n° 815 - Bairro Vale do Jatobá (região do Barreiro Belo Horizonte)

Sobre o livro

O livro “Vicente Viciado” reúne poemas que tratam da arte, vida urbana e amor, do puro ao carnal. O personagem título, desta que é a quarta publicação de Negrão, é uma referência crítica à contemporaneidade, em que a um só tempo tudo viceja e já vicia. Publicado pelo selo independente Rótula, a obra tem projeto gráfico da Jiló Design – Júlio Abreu e Leonora Weissmann – e teve como inspiração publicações eróticas e de western.

Sobre Renato Negrão

Criador inquieto, ireverente e multifacetado, Renato Negrão transita entre a palavra, som e imagem como poeta, artista visual, arte educador, compositor e performador. É um dos principais nomes da poesia contemporânea mineira surgida no final da década de 90.

A estreia aconteceu com o livro independente “No Calo” (1996), seguido de “Dragões do Paraíso”, em parceria com Daniel Costa, pela série Poesia Orbital (1997). Já em 2004, lançou “Os dois primeiros e um vago lote” (Sêlo Editorial), que reuniu os textos na íntegra dos primeiros livros, entre poemas inéditos e letras de música. Em 2012, esteve ao lado de 12 autores contemporâneos no áudio livro – “Arregale os Ouvidos”, lançado pela Associação Imagem Comunitária (AIC) em parceria com o UNI-BH.

Como artista performador, participou de inúmeros festivais e mostras, sendo destaque no Festival de Arte Negra (FAN), Festival de Teatro de Palco e Rua de Belo Horizonte (FIT-BH), Muros Territórios Compartilhados, Manifestação Internacional da Performance (MIP2), Festival de Arte Digital (FAD) e Centro Cultural Banco do Brasil (RJ).

Na música, Renato Negrão tem parceiros de peso, como Alice Ruiz, Estrela Leminski, Makely Ka, Sérgio Pererê e Kristoff Silva.

Graduado em Educação Artística pela Escola Guignard/UEMG, ministra a oficina “Palavra Imagem”, valendo-se de aspectos da linguagem poética e estratégias da arte contemporânea como legado pedagógico. Por este trabalho foi agraciado com o Prêmio Itaú Rumos Educação, Cultura e Arte 2008/2010.

Sobre a peça Cabeça de Porco (2011)


Cabeça de Porco é um espetáculo experimental que traz no roteiro uma discussão sobre o progresso e suas conseqüências na sociedade atual. Esse espetáculo é resultado de um processo de investigação criativa realizada pelo Grupos Trama, Cóccix Companhia Teatral e Cia. Crônica.

Ficha Técnica

Espetaculo criado coletivamente, equipe de concepção e criação:

Dramaturgia: Rogério Coelho e Jessé Duarte
Direção: Carlos Henrique
Orientação de direção: Cida Falabella
Elenco: Angelo Dias, Diego Possa e Michelle Sá
Preparação corporal: Rogério Gomes
Preparação vocal: Rubens Aredes
Produção executiva: Patricia Matos, Sinara Teles e Epaminondas Reis
Coordenação estudo sociológico: Filipe Raslan
Equipe Técnica:Cenário e Figurino: Marco Paulo Rolla
Adereços: Myrian Menezes
Costureira: Adelaide

segunda-feira, 11 de junho de 2012

Aniversarau!


Amigos

Espero os meus...
Meus 35 anos e seus emblemas,
Meus presentes em poemas,
Minhas flores, minhas angústias, minhas dores,
Da minha cidade e seus edemas.

Dos amigos, seus sorrisos e seus amassos,
Num papel que deságua abraços,
Das leras que umedecem nossos laços
E a poesia que absorve a pele...

Espero os amigos, os abraços amigos, os poemas amigos, a saudarem a noite, a poesia e MEU ANIVERSÁRIO nessa data querida...

Salve coletivoz!

Rogério Coelho

sábado, 5 de maio de 2012

Por Mais um ponto de referência cultural

PRÓXIMO SARAU 09/05 - 21HS

O sarau Coletivoz declara "aos que vierem depois de nós..."

...E, contudo, sabemos
que também o ódio contra a baixeza
endurece a voz. Ah, nós que quisemos
preparar terreno para a bondade
não pudemos ser bons.
Vós, porém, quando chegar o momento
em que o homem seja bom para o homem,
lembrai-vos de nós
com indulgência.



Bertolt Brecht

A periferia aguarda os corajosos, os corações corajosos para manter a poesia apesar de...

À luta, À voz!

Rogério Coelho




domingo, 8 de abril de 2012

Poesia em braile

Você já leu poemas em braile?

As possibilidades de leituras extrapolam o poder dos olhos. Recentemente lançamos "O olho da mulher", de Giocconda Belli no Sarau. Nem nos demos conta da energia por detrás dessa "visão poética" e já nos deparamos com um autor cego, o Valdivino Lucas que nos dará o prazer de ler seu primeiro lançamento: "Parte de Mim".

Transcrito para o braile o livro promete uma incursão para extrapolar os sentidos da visão. Se os físicos dizem que para haver imagem, deve haver luz, vale-nos a provocação de que Nesta quarta feira, o princípio da poesia é justamente a escuridão dos olhos comuns.

Venham, e e experimente adentrar num desconhecido.

À luta, à voz!

Rogério Coelho